Reviews

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Jogo stealth muito bom, onde você precisa de uma boa estratégia para conseguir vencê-lo. A história do jogo é ótima, que leva o jogador a querer entender o que está acontecendo no mundo do jogo. Além disso, a arte do jogo é muito bonita. O multiplayer também deixa o jogo mais divertido, porém ele pode acabar irritando os jogadores. Por fim, é um ótimo jogo, onde você precisa ter muita paciência se não quiser se irritar.
«Better with friends»
  The Messenger, vulgo, meu jogo favorito. Um plataforma "8 bits", com ações rápidas e dinâmicas, possuindo um sistema de upgrades que não são uns super buffs, porém, com um pouco de maestria, eles serão úteis. Aqui basicamente tudo funciona de uma forma esplêndida(o gancho precisamente; caso saiba usar, tenho certeza que gostará muito mais do jogo). 
   A comédia é algo que, nesse jogo, se destaca, principalmente com o Lojista(sarcástico.jpg). Mas não existe apenas comédia em diálogos com o lojista. Você pode fazer em média três perguntas a ele por área, sendo, normalmente, uma dele contando uma história(nas quais podem ser encontradas easter eggs delas pelo mapa). Se você for mexer no armário, se prepare para uma conversa filosófica.
  Os bosses, na primeira vez que batalhei, foram bastante difíceis. Não sei se eu era muito ruim, ou era difícil e precisava aprender o padrão. Falando em padrão, eles são muito divertidos e, como o jogo inteiro, dinâmicos. Os chefões também têm sua personalidade, com até uns se tornando do bem, outros saindo da sua maldição, e outro nem mesmo sendo do mal, pra início de conversa! 
  As músicas do jogo, apenas deixa-o mais agitado para continuar jogando, e não parar para racionar, apenas seguir enfrente. Qualquer música é capaz de ser sua favorita. Considero muito o trabalho feito nessas músicas(parabéns pelas ótimas músicas,  Rainbowdragoneyes!).
  É a revelação da trama então? O plot twist é tanto que muda algo essencial em qualquer jogo(não falarei por spoilers). 
  Em resumo, é um jogo muito bem estruturado, balanceado, frenético, com história bem estruturada, diálogos ótimos, música empolgante. No mais, espero por Sea of Stars, novo jogo da mesma criadora, Sabotage Studio. E Muito obrigado pelo jogo incrível, desenvolvedora.
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«Blew my mind»
«Can’t stop playing»
Exceptional
Holy fuck this was addictive. 
«Just one more turn»
«Can’t stop playing»
When Jesse makes it to the Ashtray Maze, damn this game had me in its grip. The ending of base game is such a dope experience.

"Control" drips with such focused tone, vibe, and spooky energy. Sam Lake has a distinct style and its really great to see a studio all align around such a unique vision and focused game.

Only gripe is managing mods becomes a hassle after a while. I've never played a game where super-powers are so awesome yet easy to control. 
«Blew my mind»
«Can’t stop playing»
Jogo muito bom e relaxante.  A ideia principal do jogo é muito bem feita, com cada casa tendo clientes únicos, onde você precisa vender em certo horário do dia para ter vantagem. A dificuldade do jogo não é tão grande, pois você vai simplesmente na tentativa e erro, tentando decorar o que precisa fazer em cada casa. O sistema de raiva e depressão também é um bom implemento no jogo, que dificulta muito seu jogo, pois você precisará saber em que casas você pode ficar com raiva e depressão, consequentemente tendo que fazer uma estratégia para lidar com isso. Por fim, o humor do jogo é ótimo.
«Constantly dying and enjoy it»
«Underrated»
Jogo de plataforma bem divertido e relaxante. A princípio, os níveis são repetitivos, porém com o tempo o jogo vai ficando mais divertido e difícil. Os bosses do jogo, mesmo sendo fáceis, são bem divertidos de se combater, e o sistema de nível do jogo também deixa o combate interessante. Além do mais, é um ótimo jogo para jogar com os amigos.
«Sit back and relax»
«Underrated»
Exceptional
Se você gosta do gênero plataforma, esse é um daqueles jogos indispensáveis, vale cada centavo (embora eu tenha recebido de presente). O jogo, em sua grande parte, é incrível. Um ótimo ritmo, com uma atmosfera e arte magnifica, além de ter um tema inusitado: insetos. Porém, tenho algumas ressalvas. Muitas das coisas que se pode fazer no jogo, é praticamente impossível de se descobrir sozinho. Me encontrei muitas vezes procurando no Youtube aonde ficava um tal amuleto. Porém, a pior coisa nesse jogo muito bem feito, é a DLC Godmaster. Sinceramente, a entrada pra essa DLC, é praticamente impossível de ser localizada, e ainda, uma DLC deverás porca, diga-se de passagem. É basicamente um boss rush. No comecinho era até legal, mas poderia ter parado no terceiro ou quarto panteão. Sério, tem um panteão, que você passa de todos os bosses do jogo, o que dura algo em torno de 30 minutos, pra você chegar no final, e ter que enfrentar um boss totalmente novo, na qual você não consegue vencer de primeira, só se você for um pro da vida, então, você vai treinar, treinar, treinar, treinar, treinar. Depois de muito tempo, você passa desta miséria. Sinceramente, não joguem Godmaster, não vale apena. Sobre tudo, é um ótimo jogo, qualquer banquinho que você senta pode ser um wallpaper pro seu PC, os barulhos que os bosses fazem são memoráveis (destaque pra Hornet e o Defensor de Esterco). Apesar da DLC porca citada acima, Hollow Knight é um jogo que possui muitos pontos positivos que amenizam a ♥♥♥♥♥ dessa DLC, como a possibilidade de criar combinações de amuletos na sua preferência, o mundo vasto, com diversas coisas para fazer. Esse jogo tem muito potencial para ser um dos meus favoritos, porém, as passagens ultra mega secretas, e a DLC Godmaster, não me permitem fazer isso. No mais, estou na espera da sequência.
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«Beaten more than once»
Exceptional
Игра ТОП
«Blew my mind»
«Can’t stop playing»
Este jogo não é ruim, é desapontador. Você espera uma experiência incrível, mas não é o que recebe. Eu particularmente esperava ser tão bom quanto Antichamber, mas não é. A qualidade gráfica é realmente estupenda, ainda mais com o contraste dos puzzles em uma telinha. Mas o principal foco do jogo, no caso os puzzles, são muito das vezes, nada intuitivos. Além do mais, existe uma parte do mapa, que o puzzle envolvido requer ouvir o som de um pássaro, mas sinceramente, não sei se tentaram serem inovadores, mas isso foi uma porcaria, o áudio é muito alto, e tentam de atrapalhar com barulho de fundo, isso, no final das contas, só deixa um som poluído sair do seu fone de ouvido. Alguns tipos de puzzles são legais, principalmente envolvendo o cenário, entretanto, são tantos puzzles que cansam. Nem sempre mais conteúdo é melhor. Você faz 5 puzzles, pra liberar mais 5 puzzles. Parece que estou dando voltas. Parece que há segredos nesse jogo, mas ele não me da motivos para me interessar. Na metade pra final do jogo, deixei um guia aberto caso precisasse. Parece que o estúdio que criou esse jogo, não sabe a hora de terminar uma parte, e coloca mais uma montanha de puzzles. Estava esperando um 9 ou 10, e saio com um 6,5. Além disso, o jogo é super caro, espere uma promoção, nem se você gosta de se ferrar, isso vale 70 reais. Se você quer se ferrar, vai comprar Spelunky, pelo menos se diverte(e Braid é melhor).
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«Waste of time»
«Boooring»
Jogo bem divertido, com vários puzzles legais. Ás vezes o jogo pode ficar bem irritante, sendo que você pode passar 1 hora tentando fazer certa missão, e no final do dia você percebe que você fez a missão de maneira errada, porém ainda continua sendo divertido. Um dos poucos problemas do jogo são os diálogos, sendo que você vai precisar repetir os mesmos diálogos inúmeras vezes, sem nem poder pulá-los. Além do mais, o jogo possui várias piadas que o deixam bem divertido de se jogar.
«Constantly dying and enjoy it»
Exceptional
Jogo muito divertido para jogar com os amigos, com toda certeza. Tem uma campanha muito boa, sendo fácil e difícil ao mesmo tempo, às vezes chegando a te obrigar a repetir o mesmo nível inúmeras vezes. A grande quantidade de personagens também incentiva a zerar o jogo várias vezes, sendo que cada personagem tem seus pontos fortes e fracos.
«Better with friends»
Um dos meus jogos favoritos, além de ser um clássico. Um ótimo jogo plataforma para sua época, sendo divertido de se jogar ainda hoje. A carga horária do jogo é até bem elevada, além de possuir diversos segredos.
«Sit back and relax»
Definitely something you should play if you're a fan of the anime series. Otherwise just skip this one and stop complaining about the plot, atmosphere and fanservice - what are you even doing here?
«Can’t stop playing»
«Underrated»
Exceptional
The story and visuals were out of the world. I played the story level difficulty but still liked the combat. maybe will try playing on normal next time. the sound track was great and the axe throw and getting back was a great experience. This is a great game.
«Blew my mind»
nice game
«Time-tested»
«Sit back and relax»
it's quite cute, but when we don't respect the process, such as I closed the door of the farmer, and his keys had been hided inside of his garden...then the game can't go on anymore...as the farmer can't open the door, and we can't get inside ....lol
FFXV seems confused about what it wants to be. It starts as a somewhat directionless open-world game about roadtripping with your three best friends, but then confuses itself with a dead serious storyline about the murder of your father and king, the fall of your capital, and the occupation of your country by a foreign invader. The first 8 chapters of the game, which take roughly 15 hours to get through, follow this pattern; the story and the gameplay remain severely disconnected, with nobody seeming to care one way or another that the king is dead and they are at war. I suspect this is due to Square Enix wanting the game to remain open-world for as long as possible.

That's not to say FFXV has a horrible story. The story is fine, but presented in the most confusing way possible. The writers intended Kingsglaive (the FFXV film) to be watched prior to playing the game. It fleshes out the world and gives a lot of important background information on the city Insomnia and the world of Eos. The movie is absolutely mandatory to watch before playing if you want to understand the story, but it's pretty good. My only complaint is that it wasn't included with the game and that I had to watch it elsewhere.

Even with the movie, however, there's multiple spots in the game where the cast attains knowledge offscreen, or a plot point is explained to you via text on a loading screen, or everyone except the player understands why they have to visit dead kings' tombs and slay gods. A few extra lines of dialogue could have cleared up why you found yourself sidetracked from fighting the empire so often. There's also a tacked on dialogue system that destroys the pacing of some important encounters.

The game suffers because of its open world. Music starts and stops at odd places, dialogue lines are often cut short when you walk into a quest area, procedural lipsync looks awkward, the fullscreen "Quest Completed" UI flies across the screen at the most inapropriate times, and NPC's sometimes stand in the way of the camera.

Chapter 1-8 comprise of the open-world. The story doesn't have much of a focus, and you mostly stumble upon a couple gods and tombs while trying to figure out how to reach Altissa. During this section, they really should have forced you to acquire all of the Royal Arms for story reasons. Once you do reach Altissa, however, the game feels much more focused and polished. Chapter 13 features solo gameplay that heavily departs from the rest of the game. The game should have been hitting its stride at about this point, but instead it strips away your party and your abilities for a few hours. I disliked this, but the game more than makes up for it with its final chapter. It's flashy, challenging, and brings both the gameplay and story to a crescendo. At some point there is a timeskip to a wartorn world, but you're unable to explore it in any capacity which feels like a missed opportunity.

The cast is what carries this game. Gladio, Prompto, Ignis, and Noctis all have stellar voice actors and great chemistry. Banter while on the road, during and after battle, and in the downtime at camp helps give the game character. The animation and models of each character are also well done. These only get better from Chapter 8 onwards.

From a technical standpoint, the game looks great and runs surprisingly well on my dated hardware. 7.1 surround audio works and sounds greata. There were some lighting issues where things would be way too dark, especially in Prompto's photographs. He snaps these regularly during your travels for scrapbooking, and they are mostly procedural.

From a gameplay perspective, its flashy but ultimately unsatisfying. You get very little control over Noctis' actions, with only three buttons used for combat: "B" for attack, "X" for defend, and "Y" for Warp. If you don't worry too much about the lack of depth, you can still enjoy warping around and hitting link-attacks with your bros. Equipment, skills, and skill trees are even less satisfying, but Magic is the worst offender. You craft your spells by combining three elements (Lightning, Fire, Ice). I expected to be able to mix elements together to make new spells, but Thunder, Fire, and Blizzard are the only things you can make.

If gameplay footage and trailers seem appealing to you, you'll probably enjoy FFXV. It does an excellent job of capturing the "road trip with the boys" feeling as advertised. I'd recommend skipping most sidequests and focusing on the story. It helps keep the pacing of the story on track, and you'll never feel overpowered during story quests. Definitely watch Kingsglaive before playing, and don't expect super deep gameplay.
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FFXV seems confused about what it wants to be. It starts as a somewhat directionless open-world game about roadtripping with your three best friends, but then confuses itself with a dead serious storyline about the murder of your father and king, the fall of your capital, and the occupation of your country by a foreign invader. The first 8 chapters of the game, which take roughly 15 hours to get through, follow this pattern; the story and the gameplay remain severely disconnected, with nobody seeming to care one way or another that the king is dead and they are at war. I suspect this is due to Square Enix wanting the game to remain open-world for as long as possible.

That's not to say FFXV has a horrible story. The story is fine, but presented in the most confusing way possible. The writers intended Kingsglaive (the FFXV film) to be watched prior to playing the game. It fleshes out the world and gives a lot of important background information on the city Insomnia and the world of Eos. The movie is absolutely mandatory to watch before playing if you want to understand the story, but it's pretty good. My only complaint is that it wasn't included with the game and that I had to watch it elsewhere.

Even with the movie, however, there's multiple spots in the game where the cast attains knowledge offscreen, or a plot point is explained to you via text on a loading screen, or everyone except the player understands why they have to visit dead kings' tombs and slay gods. A few extra lines of dialogue could have cleared up why you found yourself sidetracked from fighting the empire so often. There's also a tacked on dialogue system that destroys the pacing of some important encounters.

The game suffers because of its open world. Music starts and stops at odd places, dialogue lines are often cut short when you walk into a quest area, procedural lipsync looks awkward, the fullscreen "Quest Completed" UI flies across the screen at the most inapropriate times, and NPC's sometimes stand in the way of the camera.

Chapter 1-8 comprise of the open-world. The story doesn't have much of a focus, and you mostly stumble upon a couple gods and tombs while trying to figure out how to reach Altissa. During this section, they really should have forced you to acquire all of the Royal Arms for story reasons. Once you do reach Altissa, however, the game feels much more focused and polished. Chapter 13 features solo gameplay that heavily departs from the rest of the game. The game should have been hitting its stride at about this point, but instead it strips away your party and your abilities for a few hours. I disliked this, but the game more than makes up for it with its final chapter. It's flashy, challenging, and brings both the gameplay and story to a crescendo. At some point there is a timeskip to a wartorn world, but you're unable to explore it in any capacity which feels like a missed opportunity.

The cast is what carries this game. Gladio, Prompto, Ignis, and Noctis all have stellar voice actors and great chemistry. Banter while on the road, during and after battle, and in the downtime at camp helps give the game character. The animation and models of each character are also well done. These only get better from Chapter 8 onwards.

From a technical standpoint, the game looks great and runs surprisingly well on my dated hardware. 7.1 surround audio works and sounds greata. There were some lighting issues where things would be way too dark, especially in Prompto's photographs. He snaps these regularly during your travels for scrapbooking, and they are mostly procedural.

From a gameplay perspective, its flashy but ultimately unsatisfying. You get very little control over Noctis' actions, with only three buttons used for combat: "B" for attack, "X" for defend, and "Y" for Warp. If you don't worry too much about the lack of depth, you can still enjoy warping around and hitting link-attacks with your bros. Equipment, skills, and skill trees are even less satisfying, but Magic is the worst offender. You craft your spells by combining three elements (Lightning, Fire, Ice). I expected to be able to mix elements together to make new spells, but Thunder, Fire, and Blizzard are the only things you can make.

If gameplay footage and trailers seem appealing to you, you'll probably enjoy FFXV. It does an excellent job of capturing the "road trip with the boys" feeling as advertised. I'd recommend skipping most sidequests and focusing on the story. It helps keep the pacing of the story on track, and you'll never feel overpowered during story quests. Definitely watch Kingsglaive before playing, and don't expect super deep gameplay.
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This game has several awesome moments. Interesting, completely different environments to solve puzzles in. An intriguing mystery to solve involving space travel.

Frustrating to die when you're about to make some progress or are about to get the next hint. I personally would've preferred a bit more realistic scale and less cartoony graphics. A memorable journey none the less.
«Constantly dying and enjoy it»
The concept is nice, the atmosphere is really where it's at, the gameplay certainly has some therapeutical merit to it, the overall game as a final product WOULD be good if not for a gamebreaking bug in the final level.
«Buggy as hell»